E-BOOK

Introdução

Vivemos na era da abundância em que o conhecimento está disponível a todos e a qualquer momento.

Hoje sabemos que uma criança de 9 anos tem na palma das mãos o que um imperador jamais imaginou um dia ter.

Somos e encontramos bons profissionais e serviços de norte a sul, leste a oeste. Estamos sendo capacitados através do movimento online.

Podemos aprender e sermos bons profissionais em qualquer lugar do Brasil ou do mundo.

A internet está nos proporcionando inúmeras vantagens competitivas, nos oferecendo a oportunidade de ampliarmos nossos talentos e angariarmos mais clientes.

Só que, assim como você tem acesso a todo o conhecimento, seu concorrente também o terá, ocorrendo novamente o fluxo da concorrência e mais, a competição está cada dia mais acirrada, pois, os produtos e serviços estão cada dia mais semelhantes.

E agora? Como você fará para se destacar?

O Marketing Comportamental veio para te ajudar a se destacar de seus concorrentes, fazer com que você seja a única opção de escolha na cabeça de seu cliente.

Como sabemos, o marketing é a arte de explorar, criar e entregar valor nos nossos produtos ou serviços, e como consequência chamarmos a atenção do cliente.

O Marketing Comportamental é uma técnica que fideliza o cliente através do coração.

A essência do Marketing Comportamental é que você como prestador de serviço, possa entender o que o seu cliente está pensando, recomendando o produto certo, para a pessoa certa, no momento certo.

Essa estratégia adota conceitos da Programação Neurolinguísticas, coach, expressão corporal e livros didáticos de persuasão.

O marketing comportamental é a melhor técnica para fidelizar seu cliente e fazê-lo com que eles se apaixonem por você e pelo seu trabalho.

Com essa técnica todos os seus movimentos, sorrisos, olhares, expressões e falas serão desenhadas para que você seja sempre o melhor na hora do atendimento.

Lembre-se, quando estamos apaixonados, nosso coração é preenchido de emoções e boas lembranças, agindo em uníssono.

A CASA DA VIDA

A proposta do marketing comportamental é antever o comportamento de nossos clientes para que possamos encantá-los e surpreendê-los.

No entanto, não é possível a identificação dos sentimentos do outro e das suas expressões corporais, se não, anteriormente tenhamos autoconsciência sobre quem somos, do que gostamos e por que agimos de uma forma ou de outra.

O autoconhecimento é um pilar imprescindível para a aplicação do Marketing Comportamental.

Devemos lembrar que é através do autoconhecimento que entendemos nossa personalidade e as motivações de nossos sentimentos e sensações.

Ou seja, ao nos conhecermos melhor, podemos interpretar os sinais de nossas reações espontâneas e inconscientes, prevendo e reagindo a situações inesperadas e elaborando novas estratégias de comportamento.

Portanto, quando nos conhecemos melhor, enxergamos o que há de melhor no outro.

Propósito

Quais foram os seus sonhos de criança? Onde você gostaria de estar se tudo fosse possível? O que você estaria fazendo se não fosse a necessidade de ganhar dinheiro?

Nosso propósito, nada mais é que nossos sonhos de criança, pena que eles foram limitados por nossos pensamentos super racionais.

Pasmem se, erraram quando nos disseram que nossos sentimentos não eram importantes. Nos disseram que deveríamos racionalizar e ignorar o que sentíamos, mas ao contrário disso, são nossas emoções e sensações que comandam nossas reações.

Sabe aquela torta de chocolate? Quanto mais reprimimos nossa vontade em comê-la, mais vontade temos, concorda?

Fica claro que é nossa emoção que controla nossa razão.

E é nessa linha que insisto em repetir que nosso propósito é aquele que sentimos em nossas células e que muitas vezes foram reprimidos por razões que hoje nem mesmo conhecemos ou fazem sentido.

O propósito também pode ser considerado nossa missão de vida, nossa jornada.

Porém, devemos sempre lembrar que o importante não é chegarmos a um ponto, porque a maioria dos pontos são vistos por diferentes pontos e podem mudar completamente ao longo do caminho.

Lembre se sempre que a melhor jornada é aquela aproveitada diariamente, em que se acorda motivado ao raiar do dia e se dorme esperançoso na expectativa do dia seguinte.

Nosso propósito deve ser o que nos inspira a viver, o que nos faz sorrir e a ser feliz.

Crença

Pense que, até nossos 6 anos tudo o que ouvíamos foi considerado como verdade e essas verdades ficaram gravadas em nosso inconsciente, sejam elas boas ou ruins.

Nosso inconsciente também gravou todas as informações ou experiências repetidas e de alto impacto que tivemos ao longo da infância, ou melhor, até nossos 12 anos.

Dessa forma, podemos considerar que nosso inconsciente seja um armário enorme com diversas gavetas e nele está guardado tudo o que adquirimos desde que nascemos e que começamos a absorver os sons e informações.

Sabe aquela meia velha que você adora e ninguém entende o porquê?! E mais, você consegue achá-la no meio da bagunça de olhos fechados? Assim funciona nosso inconsciente, de modo automático.

Mas o que as nossas crenças têm a ver com tudo isso?

Nossas crenças são achismos que consideramos verdades absolutas exatamente por conta dessas informações que foram armazenadas em nosso cérebro.

Quando essas crenças são limitantes, elas bloqueiam nossa existência, impedem que possamos achar nosso propósito de vida.

As crenças limitantes são mecanismos de defesa para evitar eventuais frustrações, porém, quando as utilizamos em demasia não evitam apenas possíveis danos, mas evitam que a gente encontre a felicidade durante a nossa jornada.

Se apegue as suas verdades positivas e siga seu caminho em busca dos ventos nos cabelos e da supremacia do olhar.

Positividade

Já está provado cientificamente e aplicado pela psicologia positiva que somos mais produtivos, criativos, motivados, energizados, resilientes quando estamos felizes.

“Nós nos tornamos felizes definindo um propósito na vida e buscando-o com todo o coração, com toda a energia que nos move. E assim, nós, todo nós – aqueles ao meu redor e eu mesma – saberemos, no fim da jornada, havermos vivido bem e feito o bem, teremos conhecido a maré da sensação do bem-estar geral, penetrante, profunda e irresistível, de haver nascido para cumprir um desígnio e tê-lo realizado”

(O Livro da felicidade, Joan Chittister).

Existem diversas técnicas de como podemos reprogramar o nosso cérebro e nos tornarmos mais positivos para assim conquistarmos uma vantagem competitiva no trabalho e em nossas vidas.

São 7 princípios que nos auxiliam nessa missão e ainda;

Encontramos facilmente dicas práticas de como podemos ter mais felicidade no nosso dia a dia:

1.  Meditação

2.  Encontre algo para aguardar com expectativa

3.  Adote gestos conscientes de altruísmo

4.  Injete positividade no seu ambiente

5.  Exercite-se (melhora o humor, desempenho, motivação, foco)

6.  Escreva 3 coisas que você é grato todos os dias

Afinal, é a felicidade que impulsiona o sucesso, e não o contrário.

EMPATIA

Em voga, utilizamos dessa palavra, porém na incerteza do seu verdadeiro significado.

Muito conhecida como se colocar no lugar do outro.

Mas o que essa atitude significa?

Comumente traduzida como “tratar o outro como gostaríamos de ser tratado”. Será?

Todavia, se colocar no lugar do outro predispõe que sabemos quais são as crenças, valores, comportamentos, ideais daquele por quem sentimos empatia.

Ou seja, devemos tratar o outro como ELE gostaria de ser tratado.

Sendo assim, para praticarmos a empatia, é necessário a utilização de ferramentas intrínsecas aos clientes, para só assim, podermos identificar suas verdadeiras necessidades e os tratarmos da forma com que ELES querem ser tratados.

Autorresponsabilidade

O conceito de autorresponsabilidade se fixou na memória, nos costumes ou na cultura de uma nova sociedade, enaltecendo um novo estilo de interpretar a si mesmo e o outro.

A autorresponsabilidade está associada a nossa capacidade de nos responsabilizarmos por tudo o que acontece conosco e em nosso entorno e ainda, deixar de culpar o outro pelas mazelas de nossas vidas.

Somos os únicos responsáveis pelos nossos atos e nossas escolhas e é através desse conceito que podemos entender, interpretar e aceitar a postura de nossos clientes, deixarmos de julgá-los, os tratando  de maneira igual e sem preconceitos.

Existem seis Leis da autorresponsabilidade que podem nos ajudar na construção do nosso novo “eu.

Assim, ao exercitarmos as leis da autorresponsabilidade é possível adquirir consciência de uma perspectiva que não estávamos acostumados a reparar e pararmos de culpar o outro pelas nossas escolhas ou de nos culparmos pelas escolhas do outro.

E mais, ao mudarmos nossa mentalidade também deixamos de causar diversos conflitos desnecessários, podendo trazer vantagens valiosíssimas. A autorresponsabilidade é uma das ferramentas para a aplicação do Marketing Comportamental.

Escuta Ativa

Assim como a autorresponsabilidade, a escuta ativa também é uma ferramenta para o Marketing Comportamental.

A escuta ativa colabora com nosso processo de comunicação e no estreitamento de nossa relação com os clientes.

A escuta ativa é prestar atenção ao que o cliente está falando, investigando com curiosidade o que seu cliente está expressando, se interessando genuinamente pela mensagem que ele esteja passando.

Há inúmeras maneiras de desenvolvermos nossa escuta ativa e depois de aprendê-las e coloca-las em prática, somos capazes de nos beneficiar em mais de oito maneiras em nossa vida e ambiente de trabalho.

Sobrevivência

Entre 85 e 90% de todos os nossos pensamentos estão no piloto automático através de memórias de associação e quase 25% de toda a caloria consumida no dia pelo nosso organismo ocorre quando resolvemos sair do piloto automático para pensar.

Sendo assim, preferimos tomar decisões através dos atalhos de nosso inconsciente.

Dessa forma, outra ferramenta do Marketing Comportamental é aplicar a sobrevivência, associando nossos comportamentos aos valores e crenças de nossos clientes.

Diante das associações, nossos clientes fazem conexões emocionais com nossos produtos e serviços.

Lembre-se, nosso instinto primitivo busca através de atalhos do inconsciente minimizar a perda de tempo,

o esforço mental, o esforço físico e a insegurança.

O cliente é único

Todos os nossos clientes são importantes, todos os nossos clientes querem se sentir importantes e querem se sentir relevantes.

Falar o nome daqueles com quem conversamos cria uma conexão emocional e é uma forma de reconhecer que as pessoas são especiais e bem-quistas, tornando a relação mais importante para todos os envolvidos, fazendo-os se sentirem bem.

Chame seu cliente pelo nome em pelo menos 3 vezes durante o atendimento, ao chamar seu cliente pelo nome, você demonstrará interesse e consideração, gerando o sentimento de que ele é importante para você.

Há variadas técnicas para lembrarmos o nome de alguém e para enfatizarmos sua devida relevância.

 William Shakespeare já disse: “Não há som tão doce quanto o de um nome”.

Identifique seu estilo

Nossa roupa não é simplesmente um item material, é um símbolo social e de ideologia, ressalta traços de nosso temperamento, profissão, forma de ver o mundo e até mesmo, escolhas políticas.

A nossa imagem nada mais é que uma ferramenta de comunicação com o mundo e de conexão com outras pessoas – os seres humanos foram feitos para se conectar.

A neurociência diz que os primeiros 30 segundos são fundamentais para que o cliente consiga formar uma opinião sobre nós, baseada em sua imagem, inconscientemente

Imagine perder a oportunidade de prospectar um novo cliente, pelo simples fato da sua imagem não estar alinhada ao seu ambiente de trabalho.

Sendo assim, uma ferramenta valiosíssima para o marketing comportamental é a identificação do seu próprio estilo e do destaque da auto estima.

Última impressão

Segundo estudo, realizado pela Sociedade de Psicologia Social e Personalidade dos Estados Unidos, a impressão que se tem no momento em que se bate o olho sobre uma pessoa é tão forte que nem mesmo fatos são capazes de mudá-la.

O psicólogo Edward L. Thorndike, descreveu a tendência das pessoas de tirarem conclusões de outros pessoas na sua primeira impressão a partir da percepção, essa tendência é conhecida como efeito HALO.

Todavia, nós, profissionais, devemos nos preparar para sermos o melhor na primeira e última impressão, porque na vida real, a impressão é a que fideliza o cliente e o que faz ele voltar.

PORTANTO, o marketing comportamental irá lhe ajudar a estabelecer conexões com seu cliente, lhe ajudando a fidelizá-lo e a criar laços sólidos para uma ciclo de VENDA, REVENDA e INDICAÇÂO.

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